Trubalicious!!!
Sem muitas palavras, os deixo com uma excelente entrevista (nao muito recente) feita pelo site The musicians times à Jason Truby.
Enjoy

Jason Truby è um fenomenal Guitarrista e compositor da cidade de Litlle Rock-Arkansas,
da qual seu estilo pode ser rotulado como Criativo, Dinamico, lindo e inspirador,
ròtulos pouco visto em um sò artista atualmente.
Jason Truby começou sua carreira em 1989 como líder e guitarrista
da banda de Hardcore/Trash “Living Sacrifice”. Depois de 4 albuns e intensas Turnes,
Jason Truby decide deixar a banda no ano de 1997.
Em 2003, Jason se uniu à banda californiana P.O.D.,
apòs a saìda conturbada do guitarrista Marcos Curiel.
Com o P.O.D. jason gravou dois renomados Cds, dois Eps,
tours Mundiais e vàrias trilhas para importantes Filmes.
Mas em 2006, Jason se afasta da banda para gastar mais tempo junto à sua familia.
Desde então, Jason tem trabalhado em sua carreira solo.
Estando com o P.O.D.,em 2004 Jason Truby lançou seu primeiro cd solo o “Strings Theory”
e logo em seguida de sua saìda da banda,
Truby gravou mais dois albuns: “Waiting on the wind” e “Finding the quiet”.
Jason Truby separou um tempo para poder falar conozco e contar sobre seu passado
e seus projetos futuros.

CE: Para começar, o que você poderia nos citar como influência para você?
JT: Tudo. Eu sou um grande fã de Jazz e tudo relacionado à mùsica clàssica.
Eu amo tudo desde Thelonious Monk atè John Coltrane,
de Wes Montgomery atè Bach, de Segovia à Albeniz.
Tenho uma filosofía que è a seguinte : Grandes escritores lem vàrios livros ,
grandes mùsicos escutam todo tipo de mùsica.
A filosofia Humana è feita daquilo que vai passando atravès dos anos, apòs feito…
não escutamos mais , e eu considero insessato não dar ouvidos ao que foi escrito
pelos grandes hà anos atrás.
CE: Outra pergunta relacionada às suas influências è como você relaciona sua fè com sua mùsica?
JT: Acho que a melhor maneira de elaborar essa pregunta
seria de que maneira eu relaciono minha mùsica com a minha fè.
Minha fè està constantemente crescendo e escalando degraus.
A mùsica è palpitavel, se desloca e tem suas eras, mas a fè è essa constante progressão
de crescimento e eu espero que isso nunca pare.
Acho que è imposivel impedir minha fè de parar. È como se eu fosse um encanador,
iria sair aquilo atravès da minha canalização, ou se fosse um jardineiro iria se transmitir atravès do meu jardim, não è de se orgulhar e não è perfeito, mas a minha fè se mostra atravès daquilo que faço.
CE: Eu poderia te perguntar porque você decidiu se afastar do P.O.D.?
JT: Essa è uma grande pergunta e està relacionada com a sua pergunta anterior.
Foi uma difícil decisão em vàrios nìveis.
Particularmente em um nivel de carreira e um nìvel fincanceiro.
O ultimato, no entanto, foi ver o quanto estava custando estar longe da minha familia,
eu estava colocando minha vida na estrada.
E no lado Musical eu estava em uma banda da qual eu não estive nos principios nem nada do tipo,
eu me adaptei ao seu estilo. Eu tinha total liberdade de escrever e foi o que fiz,
mas realmente eu não fui capaz de fazer o que eu realmente queria, não que essa responsabilidade estívesse
toda em mim, mas eu precisava tirar para fora o que realmente
estava fluindo em mim.

Foi questão de me adaptar, foram 4 anos da qual tinha feito dois grandes lançamentos,
alguns Ep’s, shows pelo mundo inteiro e vàrias trilhas para filmes.
Foi muito lucrativo e o melhor de tudo foi que ganhei grandes amigos e fãs
e eu realmente amo os caras do P.O.D. Mas, musicalmente eu decidi tomar outro caminho e no que diz respeito a minha vida pessoal eu precisava estar com a minha familia.
Quando você trabalha com outras 4 ou 5 pessoas que fazem parte de um grande conglomerado empresarial, você tem uma série de pessoas para responder para aonde você vai, o que irà fazer e porque. Eu estava pronto para tomar as rendas e seguir meu caminho, alèm de que ja estava começando a ferir minha familia.

CE: Você disse que seu afastamento da banda estava relacionado à sua fè e sua mùsica tambèm, você poderia explicar?
JT: Bom, se você tomar uma prioridade de sua vida, e tenho tendência a fazer isso regularmente,
seria uma mà decisão pelo lado espiritual, de seguir em uma banda com fama,
fortuna e particularmente com todo o trabalho na sua frente e olhar para sua familia e ver que ela se esta desmanchando. Se bem são coisas fisicas, mas tem seu lado espiritual,
e ao final de contas qual è a maior riqueza que temos que valorizar?!
Eu sou certamente uma pessoa espiritual, mas eu não sou religioso em tudo.
Eu acredito na verdade e essa verdade me permitiu ver que o meu crescimento laboral
foi prejudicial a minha família.
Realmente foi uma questão de analisar e tomar uma prioridade. ,
e perceber que essa era a coisa certa a fazer em um nível espiritual.
Parece realmente estùpido aos olhos Humanos quando digo que não separei um grupo de pessoas,
ou seja, a opinião de todo mundo sempre è sobre o fincanceiro e a decisão da carreira a seguir.
Realmente foi um motivo espiritual e isso è o que Quero dizer quando
relaciono a minha saìda da banda com a minha fè.

CE: È por isso que começou a trabalhar em seus projetos solos?
JT: Não necessariamente. Eu sempre amei tocar violão, eu poderia ter escolhido
e tive a oportunidade de tocar flamenco e Jazz antes de escolher e seguir meu rumo na mùsica pesada.
Eu fiz grandes amigos durante esses anos.
Me tornei amigo de Phil keaggy e alguns outros guitarristas de Fusion/Acoustic.
A maioria das mùsicas do P.O.D. e do Living Sacrifice eu fiz no violão.
Eu sempre amei isso e em ambas bandas eu não tinha tanto tempo para elaborar isso.
Por tanto meu trabalho solo forneceu uma oportunidade para expressar esse lado de mim
e acho que vale a pena compartilhar.
Meu primeiro cd solo de guitarra acustica foi o Strings Theory e foi feito com um amigo meu chamado
John Schroder de Denver. Ele ouviu algumas das minhas coisas e fizemos uma grande conexão
e então fui là e gravei o album com 19 diferentes guitarras acùsticas.

Foi como estar em uma confeitaria(risos) e eu era capaz de fazer todas as coisas que você
não pode fazer em minutos, para poder estar na radio que tinha compromisso com a banda.
Então comecei a explorar e levei isso para os shows e logo apòs se tornou isto que vocès vem agora.
Estou muito contente com o que està acontecendo comigo,
as coisas estão fluindo e espero que as pessoas notem isso.
CE: Falando em tocar ao vivo, você se reuniu faz pouco com seus antigos companheiros de banda,
o “Living Sacrifice”.Como foi?

JT: Exato. Esses caras são meus amigos desde crianças, e eramos muito jovens quando começamos a banda.
e aos fãs que nunca deshonrei daonde eu sai e daonde eu vim e que não porque tinha subido de nivel em outros projetos teria me esquecido deles.
provavelmente vocês irao ver jams de musica da Dave Matthews band, radiohead entre outras coisas tambèm.
Continuarà…
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