terça-feira, 19 de maio de 2009

The musicians times- Entrevista à Jason Truby-Parte I

Trubalicious!!!
Sem muitas palavras, os deixo com uma excelente entrevista (nao muito recente) feita pelo site The musicians times à Jason Truby.

Enjoy




Jason Truby è um fenomenal Guitarrista e compositor da cidade de Litlle Rock-Arkansas,
da qual seu estilo pode ser rotulado como Criativo, Dinamico, lindo e inspirador, 
ròtulos pouco visto em um sò artista atualmente.
Jason Truby começou sua carreira em 1989 como líder e guitarrista 
da banda de Hardcore/Trash “Living Sacrifice”. Depois de 4 albuns e intensas Turnes, 
Jason Truby decide deixar a banda no ano de 1997.
Em 2003, Jason se uniu à banda californiana P.O.D.,
apòs a saìda conturbada do guitarrista Marcos Curiel.
Com o P.O.D. jason gravou dois renomados Cds, dois Eps,
tours Mundiais e vàrias trilhas para importantes Filmes.
Mas em 2006, Jason se afasta da banda para gastar mais tempo junto à sua familia.
Desde então, Jason tem trabalhado em sua carreira solo. 
Estando com o P.O.D.,em 2004 Jason Truby lançou seu primeiro cd solo o “Strings Theory” 
e logo em seguida de sua saìda da banda, 
Truby gravou mais dois albuns: “Waiting on the wind” e “Finding the quiet”.
Jason Truby separou um tempo para poder falar conozco e contar sobre seu passado
e seus projetos futuros.



CE: Para começar, o que você poderia nos citar como influência para você?

JT: Tudo. Eu sou um grande fã de Jazz e tudo relacionado à mùsica clàssica. 
Eu amo tudo desde Thelonious Monk atè John Coltrane, 
de Wes Montgomery atè Bach, de Segovia à Albeniz. 
Tenho uma filosofía que è a seguinte : Grandes escritores lem vàrios livros , 
grandes mùsicos escutam todo tipo de mùsica. 
A filosofia Humana è feita daquilo que vai passando atravès dos anos, apòs feito…
não escutamos mais , e eu considero insessato não dar ouvidos ao que foi escrito 
pelos grandes hà anos atrás.

CE: Outra pergunta relacionada às suas influências è como você relaciona sua fè com sua mùsica?

JT: Acho que a melhor maneira de elaborar essa pregunta 
seria de que maneira eu relaciono minha mùsica com a minha fè. 
Minha fè està constantemente crescendo e escalando degraus.
A mùsica è palpitavel, se desloca e tem suas eras, mas a fè è essa constante progressão 
de crescimento e eu espero que isso nunca pare.
Acho que è imposivel impedir minha fè de parar. È como se eu fosse um encanador,
iria sair aquilo atravès da minha canalização, ou se fosse um jardineiro iria se transmitir atravès do meu jardim, não è de se orgulhar e não è perfeito, mas a minha fè se mostra atravès daquilo que faço.

CE: Eu poderia te perguntar porque você decidiu se afastar do P.O.D.?

JT: Essa è uma grande pergunta e està relacionada com a sua pergunta anterior.
Foi uma difícil decisão em vàrios nìveis.
Particularmente em um nivel de carreira e um nìvel fincanceiro.
O ultimato, no entanto, foi ver o quanto estava custando estar longe da minha familia, 
eu estava colocando minha vida na estrada. 
E no lado Musical eu estava em uma banda da qual eu não estive nos principios nem nada do tipo,
eu me adaptei ao seu estilo. Eu tinha total liberdade de escrever e foi o que fiz, 
mas realmente eu não fui capaz de fazer o que eu realmente queria, não que essa responsabilidade estívesse 
toda em mim, mas eu precisava tirar para fora o que realmente
estava fluindo em mim.



Foi questão de me adaptar, foram 4 anos da qual tinha feito dois grandes lançamentos, 
alguns Ep’s, shows pelo mundo inteiro e vàrias trilhas para filmes. 
Foi muito lucrativo e o melhor de tudo foi que ganhei grandes amigos e fãs 
e eu realmente amo os caras do P.O.D. Mas, musicalmente eu decidi tomar outro caminho e no que diz respeito a minha vida pessoal eu precisava estar com a minha familia.
Quando você trabalha com outras 4 ou 5 pessoas que fazem parte de um grande conglomerado empresarial, você tem uma série de pessoas para responder para aonde você vai, o que irà fazer e porque. Eu estava pronto para tomar as rendas e seguir meu caminho, alèm de que ja estava começando a ferir minha familia.


CE: Você disse que seu afastamento da banda estava relacionado à sua fè e sua mùsica tambèm, você poderia explicar?

JT: Bom, se você tomar uma prioridade de sua vida, e tenho tendência a fazer isso regularmente,
seria uma mà decisão pelo lado espiritual, de seguir em uma banda com fama, 
fortuna e particularmente com todo o trabalho na sua frente e olhar para sua familia e ver que ela se esta desmanchando. Se bem são coisas fisicas, mas tem seu lado espiritual, 
e ao final de contas qual è a maior riqueza que temos que valorizar?!
Eu sou certamente uma pessoa espiritual, mas eu não sou religioso em tudo. 
Eu acredito na verdade e essa verdade me permitiu ver que o meu crescimento laboral 
foi prejudicial a minha família.
Realmente foi uma questão de analisar e tomar uma prioridade. ,
e perceber que essa era a coisa certa a fazer em um nível espiritual.
Parece realmente estùpido aos olhos Humanos quando digo que não separei um grupo de pessoas, 
ou seja, a opinião de todo mundo sempre è sobre o fincanceiro e a decisão da carreira a seguir. 
Realmente foi um motivo espiritual e isso è o que Quero dizer quando 
relaciono a minha saìda da banda com a minha fè.



CE: È por isso que começou a trabalhar em seus projetos solos?

JT: Não necessariamente. Eu sempre amei tocar violão, eu poderia ter escolhido 
e tive a oportunidade de tocar flamenco e Jazz antes de escolher e seguir meu rumo na mùsica pesada.
Eu fiz grandes amigos durante esses anos.
Me tornei amigo de Phil keaggy e alguns outros guitarristas de Fusion/Acoustic.
A maioria das mùsicas do P.O.D. e do Living Sacrifice eu fiz no violão.
Eu sempre amei isso e em ambas bandas eu não tinha tanto tempo para elaborar isso.
Por tanto meu trabalho solo forneceu uma oportunidade para expressar esse lado de mim 
e acho que vale a pena compartilhar.
Meu primeiro cd solo de guitarra acustica foi o Strings Theory e foi feito com um amigo meu chamado 
John Schroder de Denver. Ele ouviu algumas das minhas coisas e fizemos uma grande conexão
e então fui là e gravei o album com 19 diferentes guitarras acùsticas.


Foi como estar em uma confeitaria(risos) e eu era capaz de fazer todas as coisas que você
não pode fazer em minutos, para poder estar na radio que tinha compromisso com a banda.
Então comecei a explorar e levei isso para os shows e logo apòs se tornou isto que vocès vem agora.
Estou muito contente com o que està acontecendo comigo, 
as coisas estão fluindo e espero que as pessoas notem isso.

CE: Falando em tocar ao vivo, você se reuniu faz pouco com seus antigos companheiros de banda,
o “Living Sacrifice”.Como foi?









Continuarà…

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